Quando as palavras se ausentam, eu tento lembrar como e por onde elas fugiram. Me vem à mente os momentos com a cabeça encostada no vidro da janela, em que se eu tivesse onde ou com quem, teria despejado milhares de palavras dessas que eu queria ter agora.
Mas não é só aqui, sentada nesse lugar em que as palavras fogem de mim.
Isso vem ocorrendo frequentemente, quando me olho no espelho e tento explicar pra imagem que vejo ali, porque eu perdi a cabeça assim tão facilmente.
As palavras do eu-lírico agora estão ao vento, e alguém tem culpa disso.
Alguém que não roubou apenas o que ele tem vontade de dizer, mas também a sua voz secreta Ah! Ele também teve um orgão seu roubado, mas não tem intenção nenhuma de capturar.
sexta-feira, 19 de junho de 2009
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5 Comentários:
Adorei a analogia que voce fez com o titulo e o texto. Muito bom :)
Te linkei :*
Adorei o texto, o layout e o título do blog!
:)
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:)
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